21 de dezembro de 2010

Sou feliz porque tenho amigos...





Queridos amigos, devido a loucura que foi este final de curso, fiquei muito tempo sem postar nada!
Mas para compensá-los, hoje farei um post especialmente para vocês!
Lá vai:
Era uma vez uma menina triste que morava em uma cidade chamada Goiatuba...
Ninguém entendia por que ela era triste, já que acreditavam que ela tinha tudo! Mas tudo o que ela sentia era que algo lhe faltava...
Ela nunca teve muitos amigos... Na verdade, quando ela terminou o Ensino Médio ela descobriu que, além de seu namorado (agora marido) Messias, só tinha um amigo de verdade e seu nome era Ricardo!
Ela conheceu esse Ricardo na 6ª série e logo eles ficaram amigos; mas como não há amizade verdadeira sem desentendimentos, eles conseguiram a proeza de ficar toda a 8ª série sem se falarem; mas depois fizeram as pazes e nunca mais se deixaram!
Essa menina era estudiosa, tinha sonhos de morar fora, mas por uma questão de destino acabou ficando em Goiatuba mesmo... Começou a fazer faculdade de Direito mas já na primeira semana descobriu que não queria aquilo, pois o que ela nunca percebera era que sempre fora apaixonada por História!
Desistiu do Direito para fazer História em uma cidade vizinha chamada Morrinhos. A escolha por Morrinhos não foi ocasional, já que seu namorado dava aulas nesta mesma faculdade, então estudar lá era uma forma de ficar mais tempo com ele.
Ela pensava que ia aprender tudo sobre História, mas o que ela não sabia era que naquela faculdade ela finalmente entenderia o significado da palavra AMIZADE.
Ela se lembra que a primeira pessoa com quem ela conversou naquela sala foi com uma menina chamada Suzanne. Ela perguntou o nome dessa menina, que respondeu e terminou a conversa por aí, para recomeçar algum tempo depois (na verdade muito tempo depois).
No mesmo dia ela foi tirar umas xérox e uma menina loira começou a conversar com ela. Essa loirinha chamada Laianny, tinha cara de menina, mas era casada e mãe de uma linda garotinha chamada Rayssa. Essa Laianny se tornou sua amiga de todos os momentos... Era ela quem dava forças para a menina triste não desistir do curso... Era ela quem insistia para que a menina não ficasse triste!
E aos poucos a menina foi se tornando um pouquinho feliz!
Essa menina, através da Laianny, ficou amiga de um rapaz chamado Unilson. Esse Unilson era muito estranho e teimoso! Desde a primeira conversa deles, ele contou que odiava História! Mas ele era tão teimoso, mas tão teimoso que estudava de pirraça. Às vezes ele estava bem humorado, às vezes nem tanto... Mas sempre que a menina precisava de algum favor (e foram muitas vezes), ele estava lá pronto para ajudar!
Outra pessoa muito importante no 1º ano para essa menina foi um professor. Seu nome era André Luiz. A menina ficava encantada com suas aulas, e graças a ele, ela descobriu que estava no curso certo! Esse professor foi a primeira pessoa da faculdade a perceber que por trás dos sorrisos daquela menina, existia muita tristeza... No final do 1º ano ele fez seu mapa-astral (e a menina que sempre se interessou por assuntos esotéricos adorou aquilo) e na leitura do mapa, o professor mostrou saber um monte de coisas que a menina nunca contara a ninguém! Então ele lhe explicou que quase tudo era culpa de sua lua em escorpião (maldita lua em escorpião)! Desde então, o professor e a menina também se tornaram grandes amigos!
No 2º ano a amizade do trio Menina,Laianny e Unilson só aumentou! E mais no final do ano a Suzanne (aquela da conversa do 1º ano), percebeu que aquele trio de amigos eram as pessoas mais legais da sala (modéstia, à parte) e começou a se aproximar.
Veio o 3º ano... Um ano difícil de ser superado mas que trouxe consigo uma bela surpresa: uma viagem para Ouro Preto!
A menina ia, mas depois quase desistiu... Só não desistiu porque a Suzanne (que já era sua amiga neste momento) e uma outra turminha insistiram com ela! O Unilson falou que não ia só para todo mundo ficar insistindo, mas acabou indo (para a sorte dele, pois foi nessa viagem que ele e a Suzanne começaram a namorar)!
Nos preparativos para essa viagem, a menina começou a conversar com outras pessoas de sua sala: Larissa, Dhiogo, Cristian Paula, Jovair e Raquel. E ela descobriu que estas pessoas eram incríveis!
Chegou o dia da viagem e a menina foi sentada com a Larissa. Nas muitas horas de viagem as duas descobriram uma enorme afinidade entre elas e desde então se tornaram amigas inseparáveis! Desde que a menina ficou amiga da Larissa, ir para a faculdade se tornou muito divertido!
O Dhiogo era amigo da Larissa, e como a menina passou a conviver muito com ela, acabou se tornando amiga dele também. Ela descobriu que esse menino era muitíssimo simples e que também tinha muita afinidade com ela; então eles passaram a conversar por horas a fio... Coincidentemente, o dia em que eles mais tinham assunto era nas quartas-feiras durante as aulas de estágio. A professora não gostava muito, mas esse Dhiogo era muito tagarela e acabou contaminando aquela menina.
Enfim, o tempo foi passando e aquela menina deixou de ser triste. Isso mesmo! Ela se tornou uma menina muito feliz, pois aprendeu a enxergar a felicidade nos pequenos detalhes do dia-a-dia!


17 de dezembro de 2010

Quase sem querer


Amo muito essa música!!!
E com a voz da Maria Gadú, ela ficou perfeita!!!

Espero que vocês apreciem!

O que um homem inteligente pensa sobre as mulheres...




O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.
 

Tenho apenas um exemplar em casa, que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'

 

Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

 

Habitat:
Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.
 

Alimentação correta:
Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo’ no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.
 

Flores:
Também fazem parte de seu cardápio – mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.
 

Respeite
a natureza: Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação! Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.
 

Não tolha a sua vaidade
:
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.
 

Cérebro feminino não é um mito:
Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, aguente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.
 

Não faça sombra sobre ela:
Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.
 

Aceite:
Mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar. O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.
 

É, meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.

 

Só tem mulher quem pode!!! 

Luiz Fernando Veríssimo

1 de novembro de 2010

Dilma Rousseff




Eis que uma mulher venceu as eleições para a presidência da república no Brasil...
Para ser sincera, não acredito que ela seja a mulher mais preparada para exercer este cargo, pois a Marina parecia estar muito mais preparada que ela.
Mas, confesso a todos que estou feliz, pois eu não imaginava que isso iria acontecer algum dia no Brasil!
Só espero que ela tenha sabedoria e que faça um bom governo para que nós, brasileiras, possamos nos orgulhar dela!
É isso...

Parabéns Dilma!!! 
E força na peruca!!!
;-)

17 de outubro de 2010

Sexo forte? Du-vi-do!



As coisas deveriam funcionar assim:
Cada vez que um homem  reclamasse de fazer a barba, ganharia inteiramente grátis uma depilação com cera quente na virilha.
Mas, virilha completa!
Como bônus ele ainda poderia escolher outra parte do corpo para ser depilada, sejam as pernas, o buço ou as axilas.
Em caso de reclamação, o macho participante da promoção ganharia uma semana de menstruação com direito a todos os opcionais de fábrica: sete dias de sangramento + cólicas + dores no corpo + irritação + sensibilidade extrema.
Uma festa de hormônios para o deleite do reclamão!
Na terceira reclamação do barbudo fresco, completar-se-ia a Cartela Premiada Ouro: Com três estrelinhas, ele teria direito a um parto normal incluindo os nove meses de gestação, dores na coluna, enjôos, dificuldade para andar, muitos quilos a mais e, na reta final, fortes contrações, dilatação de dez centímetros na genitália,
um corte para facilitar a saída do bebê e a própria saída do bebê cabeçudo e que tem ombros!
Mas não é só isso!
Depois do parto, do cansaço e do esforço o ganhador da promoção ainda teria direito a ter a criancinha sugando seus mamilos com bastante força no incrível e mágico momento da amamentação!

12 de outubro de 2010

Clarice me entende...




Um dos maiores elogios que já recebi foi ouvir de minha amiga Raquel que sou parecida com Clarice Lispector! 
Quem me dera fosse verdade...
Vou dividir com vocês este pequeno poema que eu gosto muito (aliás, eu adoro ler Clarice Lispector, pois ela entende a minha alma)!

"Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão.
Tranqüilidade e inconstância, pedra e coração.
Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono.
Música alta e silêncio.
Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.
Não me limito, não sou cruel comigo!
Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca."

Clarice Lispector 

8 de outubro de 2010

Sugestão de livros e filme

Hoje vou dar uma dica de livros e filme para entender o culto à Deusa.
A maioria dos livros que li são acadêmicos e por isso possuem uma linguagem complexa sobre esse assunto, mas para quem não pretende realizar uma pesquisa acadêmica, mas sim conhecer um pouco sobre religiões pagãs, vale a pena ler a coleção "As Brumas de Avalon" da autora Marion Zimmer Bradley.
São quatro livros que contam a lenda do rei Arthur, focalizando as mulheres desta lenda e o culto à Deusa. É uma leitura viciante!


Mas para as pessoas que preferem o filme aos livros, há também o filme de mesmo nome. 
Aliás, eu estava revendo ele antes de fazer este post. 
Nunca o encontrei para locar, mas encontrei para baixar na internet da vida.


Então, é isso! Espero que vocês leiam ou vejam e gostem como eu gostei!

5 de outubro de 2010

Todas as vidas

Esta é a segunda poesia que o Ricardo me indicou. Gostei muito e espero que vocês também apreciem!


TODAS AS VIDAS
Cora Coralina

Vive dentro de mim
uma cabocla velha
de mau-olhado,
acocorada ao pé do borralho,
olhando pra o fogo.
Benze quebranto.
Bota feitiço...
Ogum. Orixá.
Macumba, terreiro.
Ogã, pai-de-santo...

Vive dentro de mim

a lavadeira do Rio Vermelho,
Seu cheiro gostoso
d’água e sabão.
Rodilha de pano.
Trouxa de roupa,
pedra de anil.
Sua coroa verde de são-caetano.

Vive dentro de mim

a mulher cozinheira.
Pimenta e cebola.
Quitute bem feito.
Panela de barro.
Taipa de lenha.
Cozinha antiga
toda pretinha.
Bem cacheada de picumã.
Pedra pontuda.
Cumbuco de coco.
Pisando alho-sal.

Vive dentro de mim

a mulher do povo.
Bem proletária.
Bem linguaruda,
desabusada, sem preconceitos,
de casca-grossa,
de chinelinha,
e filharada.

Vive dentro de mim

a mulher roceira.
– Enxerto da terra,
meio casmurra.
Trabalhadeira.
Madrugadeira.
Analfabeta.
De pé no chão.
Bem parideira.
Bem criadeira.
Seus doze filhos.
Seus vinte netos.

Vive dentro de mim

a mulher da vida.
Minha irmãzinha...
tão desprezada,
tão murmurada...
Fingindo alegre seu triste fado.

Todas as vidas dentro de mim:

Na minha vida –
a vida mera das obscuras.

Mulher da vida

Meu amigo Ricardo me indicou duas poesias da poetisa goiana Cora Coralina.
Como gostei muito delas, vou dividi-las com vocês!

MULHER DA VIDA
Cora Coralina

Mulher da Vida, minha Irmã.
De todos os tempos.
De todos os povos.
De todas as latitudes.
Ela vem do fundo imemorial das idades e
carrega a carga pesada dos mais
torpes sinônimos,
apelidos e apodos:
Mulher da zona,
Mulher da rua,
Mulher perdida,
Mulher à-toa.
Mulher da Vida, minha irmã.
Pisadas, espezinhadas, ameaçadas.
Desprotegidas e exploradas.
Ignoradas da Lei, da Justiça e do Direito.
Necessárias fisiologicamente.
Indestrutíveis.
Sobreviventes.
Possuídas e infamadas sempre por
aqueles que um dia as lançaram na vida.
Marcadas. Contaminadas,
Escorchadas. Discriminadas.
Nenhum direito lhes assiste.
Nenhum estatuto ou norma as protege.
Sobrevivem como erva cativa dos caminhos,
pisadas, maltratadas e renascidas.
Flor sombria, sementeira espinhal 
gerada nos viveiros da miséria, da
pobreza e do abandono,
enraizada em todos os quadrantes da Terra.
Um dia, numa cidade longínqua, essa 
mulher corria perseguida pelos homens que
a tinham maculado. Aflita, ouvindo o 
tropel dos perseguidores e o sibilo das pedras,
ela encontrou-se com a Justiça.
A Justiça estendeu sua destra poderosa e
lançou o repto milenar:
“Aquele que estiver sem pecado
atire a primeira pedra”.
As pedras caíram
e os cobradores deram s costas.
O Justo falou então a palavra de eqüidade:
“Ninguém te condenou, mulher... 
nem eu te condeno”.
A Justiça pesou a falta pelo peso
do sacrifício e este excedeu àquela.
Vilipendiada, esmagada.
Possuída e enxovalhada,
ela é a muralha que há milênios detém
as urgências brutais do homem para que 
na sociedade possam coexistir a inocência,
a castidade e a virtude.
Na fragilidade de sua carne maculada
esbarra a exigência impiedosa do macho.
Sem cobertura de leis
e sem proteção legal, 
ela atravessa a vida ultrajada
e imprescindível, pisoteada, explorada, 
nem a sociedade a dispensa
nem lhe reconhece direitos
nem lhe dá proteção.
E quem já alcançou o ideal dessa mulher,
que um homem a tome pela mão, 
a levante, e diga: minha companheira.
Mulher da Vida, minha irmã.
No fim dos tempos.
No dia da Grande Justiça
do Grande Juiz.
Serás remida e lavada
de toda condenação.
E o juiz da Grande Justiça
a vestirá de branco em
novo batismo de purificação.
Limpará as máculas de sua vida
humilhada e sacrificada
para que a Família Humana
possa subsistir sempre,
estrutura sólida e indestrurível
da sociedade,
de todos os povos,
de todos os tempos.
Mulher da Vida, minha irmã.

4 de outubro de 2010

Missão (quase) impossível...




Estou com o objetivo de terminar a minha monografia esta semana!
Não se trata de uma missão fácil, já que o tempo não ajuda...
Mas... Conto com a ajuda de nossa Grande Mãe para cumprir esta tarefa; e sei que Ela vai me ajudar!!!

Que assim seja e assim se faça!!!